Produção lançada no ERP, sem digitação

Automação de ordem de produção: a OP criada e concluída sozinha no seu ERP

Não é automação de máquinas: é a gestão da produção dentro do ERP. Desenvolvedores sênior da Levits criam a rotina que abre e conclui a ordem de produção a partir do que já aconteceu no estoque e dos pedidos, e manda o relatório por e-mail.

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O que é

Automação de ordem de produção: o que é e o que não é

Automação de ordem de produção é fazer o ERP criar, apontar e concluir a OP sozinho, a partir de um evento que já aconteceu, como a saída de estoque do dia anterior ou o avanço de um pedido. Ninguém digita a ordem item por item, e o relatório do que foi produzido chega por e-mail.

Vale esclarecer o termo. Isto não é automação industrial: a Levits não programa CLP, esteira nem máquina de chão de fábrica. O que automatizamos é o lado administrativo da produção, o registro no sistema de gestão. A fábrica continua produzindo como sempre; o que muda é que o ERP deixa de depender de alguém lembrar de lançar a OP.

O serviço é vendido à parte, sem exigir que você contrate o BPO financeiro. A rotina é desenvolvida sob medida por desenvolvedores sênior que trabalham com APIs e código, e roda em servidor próprio da Levits na nuvem, monitorado.

Como a Levits vem do financeiro, a rotina é desenhada olhando também para o que a OP muda no estoque e no custo do produto, e não só para o lançamento em si.

O problema

Por que a ordem de produção vira gargalo administrativo

OP aberta depois do fato

A peça já saiu do estoque e a ordem só é lançada dias depois, quando alguém tem tempo. Até lá, o saldo do ERP não conta a verdade e o custo do produto fica defasado.

Lançamento repetido, um item por vez

Em operação com muitos modelos, cores e tamanhos, cada saída vira uma ordem. Digitar dezenas delas todo dia consome horas e abre espaço para código errado e quantidade trocada.

OP esquecida ou lançada em dobro

Quando o processo depende de memória, ou a ordem não é criada ou é criada duas vezes. Nos dois casos o estoque diverge do físico, e ninguém sabe a origem da diferença.

Como a rotina é desenhada

Como gerar ordem de produção a partir do pedido ou do estoque, em 4 etapas

  1. GatilhoUm evento no ERP: a saída de estoque do dia anterior ou o pedido que chega a uma etapa definida.
  2. ProcessamentoO código lê os dados pela API, agrupa por produto, cria a OP, conclui a ordem e registra o que já foi processado.
  3. EntregaA ordem concluída fica no ERP e o relatório do dia chega por e-mail para quem precisa.
  4. ConferênciaAlguém confere exceções, como produto sem cadastro ou quantidade fora do padrão, antes de virarem informação definitiva.

O ponto crítico é o controle de repetição. Cada ordem criada fica registrada em banco de dados, de modo que, se o gatilho disparar duas vezes, a segunda execução reconhece o que já foi feito e não lança nada em dobro.

Caso real

OP automática no ERP: o que já rodamos numa indústria de artigos esportivos

OP criada e concluída sozinha

Todo dia, a rotina lê as saídas de estoque do dia anterior no ERP e, para cada produto, cria e conclui a ordem de produção. O relatório do que foi lançado vai por e-mail.

Do estoque à ordem

A OP nasce da movimentação que já aconteceu. O outro lado, a entrada de itens no estoque quando o pedido avança, é tema da página de automação de estoque.

Relatório do que foi lançado

Cada execução gera um relatório por e-mail com o que foi criado e concluído. Corte semanal e peças faturadas por dia seguem a mesma lógica e estão em relatório de produção automático.

Aprofundando

Ordem de produção automática: o que decidir antes de começar

Cada empresa tem um gatilho diferente

Não existe uma regra única. Em alguns negócios a OP deve nascer quando o pedido é aprovado; em outros, quando o material sai do estoque; em outros, ao fim de uma etapa. Por isso o primeiro passo é mapear o seu processo, e só depois escrever o código. A tabela mostra os gatilhos mais comuns e o cuidado de cada um.

GatilhoQuando faz sentidoCuidado principal
Saída de estoque do dia anteriorProdução contínua, com reposição do que foi movimentadoDefinir a janela de datas e o que conta como saída
Pedido aprovadoProdução sob encomendaTratar pedido alterado ou cancelado depois
Pedido que chega a uma etapaFluxo com etapas bem definidas no ERPReconferir a etapa no ERP antes de agir

Cuidados ao criar e concluir a OP

  • Idempotência: antes de criar a ordem, a rotina consulta o registro do que já foi processado, para que reexecutar o dia não gere uma segunda OP do mesmo produto.
  • Cadastro completo: produto sem cadastro ou com dado faltando não vira ordem; vai para a lista de exceções que uma pessoa resolve.
  • Ritmo de criação: dezenas de ordens em sequência podem sobrecarregar a API do ERP, então a rotina cria em ritmo controlado e retoma de onde parou se algo falhar.
  • Janela de datas: o que conta como saída de ontem (fuso, hora de corte, pedido cancelado) é definido por escrito antes de a rotina ligar.

Do pedido ao relatório

Depois que a OP está no sistema, os dados alimentam outros controles. Veja como isso vira informação em relatório de produção automático. Para a visão do setor, leia sobre automação de processos para indústria, e para o panorama geral, sobre automação de processos.

MCP e IA, onde fazem sentido

A base técnica é API, webhook, Python e banco de dados. Como possibilidade, o MCP (protocolo que conecta agentes de IA aos sistemas da empresa) permitiria perguntar “quantas OPs foram concluídas ontem?” em linguagem natural. Criar a ordem, porém, é regra fixa e testada: aqui não há espaço para interpretação.

Como funciona

Do mapeamento da produção à OP rodando todo dia

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Diagnóstico e mapeamento

Conversamos sobre como a OP nasce hoje na sua fábrica: quem lança, com base em quê e onde as divergências aparecem. Desse mapa sai o escopo e o orçamento da implantação.

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Desenvolvimento e teste em simulação

Os desenvolvedores escrevem a rotina, conectam à API do ERP e a rodam primeiro em modo de simulação, que mostra o que seria criado sem lançar nada de verdade.

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Produção monitorada

Liberada a rotina, ela roda todos os dias em horário fixo no servidor da Levits, e cada execução deixa um registro consultável. Se o seu ERP mudar, o código é ajustado dentro da mensalidade.

Investimento

Quanto custa automatizar a ordem de produção

Você paga uma implantação, que remunera o projeto e só tem valor depois de mapearmos como a sua OP funciona, e uma mensalidade pela manutenção e pelo servidor onde a rotina roda. Sem tabela: o orçamento depende de quantas ordens e de quantos tipos de produto entram, e sai depois do diagnóstico gratuito. Quem também quer o financeiro terceirizado pode conhecer os planos de BPO financeiro, mas uma coisa não depende da outra. Escopo da automação: a gestão da produção no sistema. O que é fiscal e contábil continua com o seu contador.

Dúvidas

Perguntas sobre automação de ordem de produção

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É fazer o ERP criar e concluir a ordem de produção sozinho, a partir de um evento como a saída de estoque ou o avanço de um pedido. Não envolve máquinas: é a gestão da produção dentro do sistema, com controle para não lançar a mesma OP duas vezes.
Não. Automação industrial trata de máquinas, CLP e linha de produção, e a Levits não faz isso. Nosso trabalho é administrativo: a OP, o estoque e os relatórios registrados no ERP, por API, para que a equipe pare de lançar tudo à mão.
Sim, desde que o ERP ofereça API. O gatilho pode ser o pedido que chega a uma etapa definida, e a rotina reconfere os dados no sistema antes de agir. O gatilho ideal é definido no mapeamento do seu processo, pois cada fábrica trabalha de um jeito.
Depende da API do sistema. Trabalhamos com Omie, Tiny (Olist ERP) e Bling, entre outras integrações. Para outros ERPs, avaliamos no diagnóstico gratuito se há API utilizável ou se a exportação de dados resolve o caso.
Cada ordem criada é registrada em banco de dados com uma chave baseada no identificador interno do pedido e do produto. Se o gatilho se repetir ou a rotina rodar de novo, ela reconhece o que já foi feito e pula, sem duplicar ordem nem estoque.
Quem escreve e mantém a rotina são desenvolvedores sênior da Levits. Você paga uma implantação, calculada após o mapeamento da sua produção, mais uma mensalidade de manutenção e servidor. Não existe preço de tabela: o orçamento chega depois do diagnóstico gratuito.
Não. A automação é um serviço vendido à parte, e você pode contratá-la sem o BPO. Se também quiser terceirizar o financeiro, os planos de BPO são contratados separadamente. Os dados são tratados conforme a LGPD.

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O Olívia • Levits
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