Do canal de venda ao ERP, sem redigitar

Automação de pedidos de venda: o pedido entra sozinho no seu ERP

O pedido que nasce no e-commerce, no marketplace ou com o vendedor é criado no ERP por uma rotina, com estoque e financeiro atualizados. Desenvolvedores sênior da Levits constroem a integração por API, sob medida para o seu processo.

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O que é

Automação de pedidos de venda: o que muda na prática

Automação de pedidos de venda é fazer o pedido fechado em qualquer canal chegar ao ERP sem ninguém digitar. Uma rotina lê o pedido na origem, confere cliente e itens, cria o pedido de venda no sistema e deixa estoque e contas a receber atualizados, com registro de tudo o que foi feito.

É o que muita gente procura como pedido de venda automático ou integração de pedidos com ERP. A diferença para um conector de prateleira é que aqui a regra é escrita para o seu caso: qual cadastro usar, como tratar cliente novo, o que fazer com pedido cancelado, em que etapa o pedido deve parar.

Você pode contratar só esta automação, sem o BPO financeiro. Quem programa são desenvolvedores sênior, acostumados a ler a API do canal de venda e a do ERP. O código roda num servidor da Levits que avisa quando algo falha, e não no computador de alguém da sua equipe.

O problema

Onde o pedido digitado à mão dá errado

Tempo gasto copiando dados

Pedido que chega por plataforma, planilha ou mensagem vira digitação: cliente, itens, quantidades, frete. Quanto maior o volume, mais horas da equipe vão para copiar o que outro sistema já sabe.

Estoque que vende o que não tem

Se o pedido só entra no ERP horas depois, o saldo fica desatualizado nesse intervalo. O canal continua vendendo um item que já acabou, e depois alguém precisa cancelar ou pedir desculpas.

Pedido perdido ou duplicado

Sem controle, o mesmo pedido é lançado duas vezes ou nenhuma. O financeiro só descobre na conciliação, quando o valor recebido não bate com o que está a receber.

Como a rotina é desenhada

O caminho do pedido do canal de venda até o ERP, em 4 etapas

  1. GatilhoUm pedido novo ou alterado no canal de origem, avisado por webhook ou consultado em intervalos.
  2. ProcessamentoO código valida cliente e itens, cria o pedido de venda via API e grava num banco o que já foi processado.
  3. EntregaO pedido aparece no ERP com estoque reservado e contas a receber gerado, e quem precisa recebe aviso por e-mail ou WhatsApp.
  4. ConferênciaUma pessoa trata as exceções, como produto sem cadastro, cliente com dados incompletos ou valor divergente.

O cuidado central é a chave de controle. Cada pedido é registrado pelo identificador interno de origem, de modo que um webhook repetido ou uma nova consulta reconhece o pedido já criado e não gera outro.

Casos reais

Pedido direto no ERP: o que a Levits já roda, por segmento

E-commerce com Tiny e Omie

Pedidos e notas do Tiny (Olist ERP) são integrados ao financeiro no Omie todos os dias, inclusive no fim de semana, que é quando o varejo online mais vende.

Pedido entre empresas do mesmo grupo

Quando um pedido avança no ERP de uma empresa, a rotina cria o pedido correspondente na outra, uma indústria e uma distribuidora, sem ninguém redigitar itens.

Entrada de estoque pelo pedido

Numa indústria de artigos esportivos, quando o pedido chega a uma etapa definida, os itens entram no estoque sozinhos, com trava contra lançamento em dobro.

Cadastro de produtos sincronizado

Entre as empresas do grupo, o cadastro de produtos é sincronizado automaticamente, para que o pedido encontre o mesmo item nos dois lados.

Auditoria diária das operações

Uma rotina confere todos os dias as operações entre as empresas e sinaliza o que ficou fora do esperado, em vez de esperar o fechamento do mês.

Peças faturadas por dia

Com os pedidos já no ERP, um relatório diário de peças faturadas por dia e por família de produto chega por e-mail e WhatsApp. Veja automação de faturamento.

Aprofundando

Integração de pedidos com ERP: o que definir antes de começar

Cada origem de pedido pede uma decisão diferente

A palavra pedido esconde cenários distintos. O pedido de uma loja virtual chega pronto e pago; o de um vendedor externo pode chegar incompleto; o de um marketplace traz regras de comissão e frete próprias. A tabela resume o que costuma ser decidido em cada caso. Os itens são exemplos de possibilidades: o desenho final sai do mapeamento do seu processo.

Origem do pedidoO que a rotina precisa resolverPonto de atenção
Loja virtual ou marketplaceCriar cliente, itens e forma de pagamento no ERPPedido cancelado ou alterado depois de criado
Vendedor ou representanteReceber o pedido num formato único e validar os itensDados incompletos e preço fora da tabela
Outra empresa do grupoReplicar o pedido quando ele avança de etapaCadastro de produtos igual nos dois lados
CRM com negócio ganhoTransformar a venda fechada em pedido no ERPVínculo entre o negócio e o cliente do ERP

Cuidados de quem integra pedidos por API

  • Reconferência no ERP: o webhook avisa que algo mudou, mas a rotina consulta o pedido no sistema antes de agir, para não depender de um aviso desatualizado.
  • Pedidos parciais: o mesmo número pode existir em mais de um pedido, então a chave de controle usa o identificador interno, e não o número visível.
  • Ritmo das chamadas: o ERP pode bloquear temporariamente quem faz muitas requisições seguidas, e a rotina precisa respeitar esse limite e tentar de novo com critério.
  • Registro de cada execução: quando algo falha, é possível saber qual pedido, em que etapa e por quê.

O que vem antes e depois do pedido

A entrada do pedido é o começo de uma cadeia. Se o ERP é o Omie, leia sobre automação no Omie. Para o que acontece com o saldo, veja automação de estoque. Para quem vende online, o panorama está em automação para e-commerce, e o conjunto das rotinas em automação de processos.

MCP e IA, onde fazem sentido

Usamos APIs, webhooks, Python, banco de dados e modelos de IA. O MCP, protocolo que conecta agentes de IA aos sistemas da empresa, pode ajudar a consultar pedidos em linguagem natural. Já a criação do pedido segue regra fixa e testada, porque lançamento de venda não é lugar para improviso.

Como funciona

Do mapeamento do pedido à integração rodando

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Diagnóstico e mapa do pedido

Entendemos por onde os pedidos chegam, quem os digita hoje e onde aparecem divergências de estoque e de valor. Desse mapa saem o escopo e o orçamento da implantação.

2

Desenvolvimento e simulação

A integração é escrita e testada primeiro em modo de simulação, que mostra quais pedidos seriam criados sem lançar nada de verdade no seu ERP.

3

Operação monitorada

A rotina passa a rodar no servidor da Levits, com registro por execução. A mensalidade cobre a manutenção e o servidor, e acompanha as mudanças nas APIs dos sistemas envolvidos.

Investimento

Quanto custa automatizar os pedidos de venda

O orçamento é por projeto e tem dois pedaços. A implantação é fechada depois que mapeamos de onde vêm os seus pedidos e como o ERP os recebe. A mensalidade paga a manutenção das rotinas e o servidor onde elas rodam. Não existe tabela: o preço muda conforme o número de canais de venda e o ERP usado. A proposta chega depois do diagnóstico gratuito. O financeiro terceirizado é outro serviço, com os planos de BPO financeiro, e um não depende do outro.

Dúvidas

Perguntas sobre automação de pedidos de venda

Não encontrou sua dúvida? Fale direto com um especialista da Levits.

Perguntar no WhatsApp
É a rotina que leva o pedido fechado no e-commerce, no marketplace ou com o vendedor para dentro do ERP sem digitação. Ela cria o pedido via API, atualiza estoque e contas a receber e registra o que já foi processado, para não duplicar nada.
Por webhook ou consulta periódica à API do canal, a rotina lê o pedido, valida cliente e itens e o cria no ERP. Exceções, como produto sem cadastro, ficam sinalizadas para uma pessoa resolver, em vez de gerar um lançamento errado.
Sim, trabalhamos com as APIs de Omie, Tiny (Olist ERP) e Bling. Já integramos pedidos e notas do Tiny ao financeiro no Omie. Para outros sistemas, avaliamos no diagnóstico gratuito se existe API utilizável ou se a exportação de dados resolve.
Sim. Cada pedido é gravado num banco com o identificador interno de origem. Se o webhook chegar duas vezes ou a rotina rodar de novo, ela reconhece o pedido já criado e pula. O estoque e o contas a receber não são lançados em dobro.
Uma equipe de desenvolvedores sênior, que escreve o código para o seu fluxo com APIs, webhooks, Python e banco de dados, e usa MCP e IA quando agregam. Roda em servidor da Levits, com alerta de falhas. Não é um conector de arrastar e soltar.
São dois valores: a implantação, que sai do mapeamento do processo, e a mensalidade de manutenção e servidor. Não há preço fixo, porque dependem dos canais de venda e do ERP. Você recebe o orçamento depois do diagnóstico gratuito.
Não. Dá para ter só a automação de pedidos, sem o BPO financeiro. Se também quiser a equipe cuidando do financeiro, os planos de BPO são outro contrato. Os dados tratados seguem a LGPD.

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O Olívia • Levits
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